E eu sei, e só eu sei
o porquê de certos por quês.
E um dia somos amáveis
e desejáveis, amantes e confidentes;
Em outros, escravos de
uma culpa sem fim, aprisionados num erro cometido.
Renúncias e
despedidas, incansáveis e deprimidas situações.
Que passam de um
colorido há um preto e branco sem fulgor.
Hoje sou o certo,
amanhã o duvidoso;
O correto e o culposo.
Desafetos melindrosos,
encobertos por espantos;
Encantos que se tornam
medo, terror, tristeza,
E a beleza? Ela se
foi, e se esqueceu, perdeu.
Correu pra bem longe,
fugiu, sumiu.
Saiu e não voltou,
E acabou.
E tudo de bom, se
tornou ruim,
Sentimento duradouro
teve fim.
E das belas
lembranças, se perdem com o tempo;
Apagam-se, esquecem...
O príncipe virou sapo,
o sapo voltou pra floresta,
Acabou a festa, se
findou o conto.
E eu conto, foi-se, e
não mais que,
Poucos e bons
momentos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário